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    6/27/2008

    ~.paths¨



    Photobucket

    [image by Javier Vallhonrat]

    6/26/2008

    .referencia*




    "cada palavra é uma maquina de guardar memórias
    e em tempo de palavras ásperas o meu corpo
    recolhe silêncios como passado

    ouve, com que músculos faço os sonhos?
    "


    Maria Sousa






    [post roubado AQUI ]



    6/25/2008

    secrets from the aquarium ( ou 'assim nascem os mal entendidos' )





    ...e há um orgulho pessoal. Interior. Aquele que envolve a razão. A fonte. O sublime. Essa coisa que me move entre o mundo. No mundo. Essa ideia em tudo Romântica, e em parte elitista, de trabalhar o mundo das ideias, das palavras, dos actos e das imagens. Essa ferramenta com a qual se torna o mais simples e banal gesto num altar conceptual de significados e metáforas com os quais podemos criar todas as analogias e eufemismos, que apenas podem ser compreendidos fazendo exactamente o percurso inverso até à fonte, desmistificando o seu segredo. E é essa a magia do sublime. O sublime move-me por entre mim. O sublime cria pontes [die brucke] dentro de mim. O sublime é a raiz que brota dentro de mim. E enquanto isto não for entendido, nada mais há para entender, porque nada se pode entender sem se entender a sua própria raiz.











     
    6/23/2008

    .ashapeofthingtocome [whisper]







    [ image: a gift sent by Happy.A. ]



    6/20/2008

    Visual Audio Sensory Theatre


    Não era suposto este post aparecer aqui. Não era suposto ele fazer sentido aqui. Não era suposto ele fazer sentido agora.


              Foram dias quentes de inicio de verão. O ar estava abafado e custava respirar. Havia viajado à uns dias de regresso e estava a tentar repousar, ainda que, com alguma dificuldade. Caminhava a passos largos a relembrar como estar ali de novo, após tanto tempo. À medida que me aproximava aumentava o meu receio. Sem saber ao certo o que encontrar, cheguei ao portão e entrei. Sem pensar entrei. Sem saber o que esperar entrei. Sem estar preparado entrei.
              É sempre dificil. Nunca deixou de o ser, há apenas alturas em que consigo fingir melhor que outras. Feliz ou infelizmente são poucas. Raras. Não deixam contudo de ser marcos, não pilares, mas marcos, laminas que tocam cicatrizes mal saradas.

             
              Procurava eu hoje palavras ditas que me traduzissem, não por preguiça, mas porque para mim assim fazia sentido, queria eu usar aquilo que alguém já havia dito para dar luz a um momento tão simples e sublime como este, quando encontro na minha procura, uma partilha de ontem, que, ainda ontem, era uma simples e banal partilha entre amigos, e hoje, por breves instantes me fez reviver um tal passado. e por razões óbvias, ou não fosse isto um daqueles desabafos atirados ao ar, ficam aqui para que conste.

    UM | DOIS


    Por sorte vem aí o sono e como dizia outra musica, "amanhã é sempre longe demais".


    6/16/2008

    [dsr]



                          Toca-me como um raio de sol amplificado pela lente da lupa antiga do meu pai. Vai queimando pontos definindo o percurso do meu desejo enquanto retenho para mim a forte imagem que faço de ti. Faz-me luz. No fundo da irrealidade apenas sonho ser. Não importa que não sejas, apenas do que me fazes ser capaz. Volátil.


    [em construção...]



    [images and words by me]






    6/2/2008

    [L]



    "I want to do with you what spring does with the cherry trees"


    *