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5/28/2006 The Sweetsgreen shadow
want to wait all o- all over me the end will shelter me away from me can we meet again meet and meet and meet and meet again can you fill the can if you can feel me who you following? who you starting to move like? who you falling for? who you falling for? who's lies? who you following for? you you falling for? this sounds on your side! secret blue pirple pink and green right over it hold on 'cause the coldest hasn't thawed yet well if we meet again meet and meet and meet and meet again can you catch the can if you can fill it how will you want something to hit with again and again and again and again whats your crime? whats your crime? well how will you want how will she sit whats been and again and again and again and again whats your crime? whats your whats your whats your whats your whats your crime by Yeah Yeah Yeahs 5/21/2006 ~|:\~entro e saio, vezes sem conta. chego. abro e fecho, vou e venho, passa o tempo, passam dias e dias. O silêncio é constante e vai fazendo a ponte com a temperatura, nem quente nem fria, que se faz sentir. Atravessa o espaço lado a lado e espeta-me a carne, mesmo de frente por debaixo dos ombros, deixando-me estático e imóvel. Assim chega, e assim que chega, assim permanece. E vem-se arrastando assim desde algum tempo.
Dou comigo a vasculhar no passado, e pergunto-me se não será cedo demais, mas a verdade, é que à muito que a percepção se distorce, já não sei o que é cedo ou tardio, próximo ou distante, quente ou frio, doce ou amargo, cínico ou sincero. Já não sei o que é sentir, ou melhor, já não sei o que sinto. E depois hà este passado e este presente, e a expectativa do amanha que se dissolve na ilusão, e os sonhos e os receios, os que já eram e os que ainda o são, e até aqueles que gostava que fossem, e tudo isto baralhado, espalhado plo chão. E não adiantam a pá e a vassoura, porque já não sei o que sinto, portanto, não sei o que tenho que varrer para o lixo e o que tenho que apanhar, limpar e procurar arrumar na prateleira certa. É um ciclo vicioso. Um efeito bola-de-neve. E não basta tentar pará-la, há que a conseguir inverter..
..mas há este silêncio. Aquele. O tal que atravessa o espaço e o tempo, que perdura e que me atinge mesmo de frente por debaixo dos ombros. O que me faz lembrar que ainda existes e estás aí, mas que me cala e me prende, me deixa estático e imóvel, mesmo quando o que mais quero é gritar ao mundo para saber de ti.
~|:\~ 5/19/2006 pseudo poesia intelectualoide"fraudulento suspiro que corroí as mentes distorcidas por programas fúteis de imaginação comprimida em colhões de baldes de merda"
não é meu, mas por razões óbvias também nao vou divulgar de quem é. aos que sabem, parabens, aos que nao sabem, quem sabe se nao saberão um dia... O mortoLixou-se por tudo
e desorientou-se
por todos
deixou-se por aí
e por nada
vendeu-se por achado
na secção dos perdidos
perdeu-se com tudo
e sentido
achou-se sem sítio
e sem dono
Paulo Anes in o Grito, o Olhar e o Nó Cego 5/15/2006 the night of the living deadEra lua cheia. O diabo saiu à rua, com ele a morte e os negros apocalipticos. Vaguearam pela cidade deserta, soltaram uivos ao nada, deliciaram-se com o eco do silencio, admiraram a luz e voltaram ao nada que lhes pertence, num treze de maio qualquer, como que aparições sucumbidas ao vazio. excerto "Todos os navios se afundam com fogo nos porões e há fogos que crepitam nas arrecadações de cada casa. A mais branca carne do ser que ama é a que o vidro partido irá cortar e a roda irá esmagar. Os longos uivos na noite são uivos de morte. A noite é o assessor dos carrascos. O dia é a luz das descobertas estridentes. Se um cão ladra é porque o homem que ama feridas profundas salta pela janela. O riso precede a histeria. Eu espero a grande queda com a espuma na boca."
Anaïs Nin in A Casa do Incesto 5/10/2006 PalavrasMais uma vez abro os olhos p'ra ver o mundo acordar,
um silencio perfeito, desfeito num balancar. quem me dera ficar para sempre no outro lado, num sono profundo completamente isolado, viveria num sonho entre paisagens brutais, porque a vida ca fora por vezes é dura demais quanto mais, sempre mais, tempo passa, entao eu sigo em frente seja para o bem ou p'ra desgraca. lentamente, pé ante pé vou à janela, uma infindavel paisagem parece caber numa tela. o odor da manha e do mar, a sensacao familiar, elementos suficientes para nos fazer recordar: pequenos momentos gravados na memória, pequenos pormenores que mudaram a minha história, essencial recordar o que foi mau, o que foi bom aproveita a vida, relaxa curte o som. foram anos e anos, perdidos acho... bazamos mas por enquanto pesamos, naquilo que acreditamos, uma mudanca na vida, tres passos para comecar devagar... ...fiquei no meu lugar. espero que oucas, um dia o sol ha-de voltar, enquanto é noite põe as ideias no lugar. ela prime o gatilho, és só mais um a passar é essencial viveres a vida sem te deixares afundar. sentimento real, fatal, distante, informal, e permanencia constante num estado artificial. certo dia uma voz distante veio ter comigo, num tom passivo mas alarmante, sussurrou-me ao ouvido: - estas entre a vida e a morte, tal como o fogo e a agua dentro de ti contrasta a paz, a guerra, o amor e a magua, olha para dentro e diz-me o que ves... agora olha à tua volta... nasce outra vez. tais palavras ecoaram, ficaram na minha mente tenta encontrar um equilibrio, curte a vida, se prudente, tanto tempo que perdes, quanto mais tempo aguardas, puros sentimentos traduzidos por palavras. a paz, os sentimentos que traz e desfaz tanta miséria que ha na alma... com calma vou fazendo o meu caminho. yellow w van 5/9/2006 Linda MartiniNo princípio existiu a urgência punk e o espírito “faz tu mesmo”. Em 2003 celebraram as cinzas e na sombra da cidade, por entre viagens suburbanas, reclamaram os Linda Martini. Trouxeram três guitarras, baixo, bateria, voz, samples, melódica, harmónica e o que mais ditou a ocasião. Única premissa na casa de partida: suar e cantar em português. A primeira maqueta foi gravada algures entre 2004 e 2005.
1.Este mar
2.Amor Combate 3.Efémera 4.Lição de voo nº1 Recomenda-se 5/2/2006 Queimardo Lat. cremare
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