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    1/24/2006

    http://www.ueg.br/em_destaque_2006-01-12.htm

     
    "A idéia de identidade ganhou importância no momento em que tanto a noção de individualidade como a de coletividade começaram a falhar. Mas a idéia de identidade carrega, em si, um paradoxo, porque ela tanto aponta para o desejo de uma emancipação individual, como para o de integração a um grupo. Logo, a busca da identidade se dá sempre em duas direções. É uma busca que se faz sempre sob fogo cruzado e sob a pressão de duas forças contraditórias. É uma luta que se torna vã, já que leva os que a travam a navegar entre dois extremos inconciliáveis: o da individualidade absoluta e o da entrega absoluta. A individualidade absoluta é inatingível. Enquanto a entrega absoluta faz desaparecer todo aquele que dela se aproxima. (...) A estrada para a identidade é uma rota de batalhas intermináveis entre o desejo de liberdade e o desejo de segurança, caminho, ainda por cima, assombrado pelo medo da solidão e o pavor da impotência. Por esse motivo, a “guerra pela identidade” é sempre sem conclusão e é, provavelmente, uma guerra sem vencedores, embora a “causa da identidade” possa continuar a ser ostentada."
     
    (excerto)
    1/22/2006

    Fim de semana em Cheio!!!

     
    E é assim mesmo! Um fim de semana preenchido marcado por diversos acontecimentos de salientar. Uma sexta feira marcada por mais um "Ensaio ao Vivo" dos Pink Poetry no Van Gogh - Almeirim; um sábado marcado por mais uma noite de Jazz no CopoComTexto com "um pianista italiano" e hoje, domingo, marcado pela primeira "reunião a PROPÓSITO DE UMA Cooperativa de Músicas e da Expressão Plástica e da Performance, do Video, do Cinema, do Teatro, da Escrita...
     
    Visitem:
     
    1/18/2006

    demasiadas questões para uma só cabeça

     
    Complexos que se criam justificarão ideais que se perdem? E a culpa? Não a culpa mas, a razão? Uma ou outra, não estaremos a falar da mesma coisa? utopias!? porquê?? Não serão ideais, sonhos, desejos, tão comuns como os de qualquer pessoa?
    Será que é uma necessidade de criar que me move ou será isto uma tentativa de marcar a diferença? de afirmação? Não o seremos já todos o suficiente?
    Haverá realidade neste meu mundo ou tudo não passam de ideias e desejos que trespassam a mente, deixando as suas marcas para que me permita sonhar?
    Serão apenas reflexos da minha solidão maniaco-compulsiva?
    Será esse um sentimento real ou apenas mais uma partida da minha mente?
    Terei eu uma face a mostrar? e se tiver? sentirei eu a necessidade de tal coisa?
    Afinal quem são os loucos?
     
    from my «Clouds in the Aquarium» (excertos)
    photos by Luis Marinho
    1/16/2006

    the day after friday 13

     
    Material:
    Canon Powershot Pro1
    Tripé Manfrotto
    CF 512 Mb
    Fiat Panda
    Inspiração:
    Lua Cheia
    Resultado:
    1/7/2006

    DáDá-ZEN Pintura-Escrita

     
    "O Satori ou a iluminação espiritual Zen tem algo a ver com O PONTO DO ESPÍRITO (SURREALISTA) ONDE O ALTO E O BAIXO, O INTERIOR E O EXTERIOR, O SONHO E A ACÇÃO, O REAL EO IMAGINÁRIO, DEIXAM DE SER PERCEBIDOS CONTRADITÓRIAMENTE.
    O espírito surrealista tende a aproximar-se do do espírito Zen na síntese ou união dos contrários. O mondo (perguntas e respostas) e o humor Zen contribuem para despertar no espírto a apreensão imediata e total da vida, tal como o cadavre exquis e o automatismo psíquico puro surrealista.
     
    Antes de estudar o Zen, uma árvore é uma árvore, um rio é um rio, etc. Assim que se começa a estudar o Zen, uma árvore não é uma árvore, um rio não é um rio, etc. Assim que se atinge o Satori ou a iluminação espiritual, uma árvore é de novo uma árvore, um rio é de novo um rio, etc. É nesta terceira fase que se revela a afirmação plena. A maioria dos artistas e poetas dadaístas e surrealistas ilustram a segunda fase da experiência Zen, sendomuito poucos aqueles que atingem a terceira, a do Satori ou da afirmação plena. Efectivamente, o ready-made de Marcel Duchamp, deslocado da sua função habitual, mostra por exemplo, que um urinol invertido não é um urinol, mas uma fonte; e um secador de garrafas não é mais um secador de garrafas, mas um ouriço. Dádá, dispensando a explicação dos actos e obras, afirma um novo tipo de comportamento. Repudiando todo e qualquer programa ou tentativa de sistematização da acção, aproximando-se, curiosamente, de um conceito metafísico do Taoísmo, que dizia:
    «O MÉTODO QUE CONSISTE EM NÃO SEGUIR NENHUM MÉTODO É O MÉTODO POR EXCELÊNCIA»; o que não está muito longe da afirmação de Tristan Tzara:
    «A AUSÊNCIA DE SISTEMA É AINDA UM SISTEMA, MAS O MAIS SIMPÁTICO»."
     
    Eurico Gonçalves in Dádá-Zen
    1/6/2006

    one step ahead... two steps beyond

     
    Lugares do desejo contaminados pela duvida percorrem a banda magnetica do meu interior. Minto na esperança de um amanhã mais claro, e vou adiando o aparente inevitável. Vou escrevendo as minhas "crónicas de uma morte anunciada".
       Algures acredito na utopia, e isso vai chegando, mas o amanhã está cada vez mais perto, e é inevitável não pensar.. não especular.. Ás vezes tudo parece incrivelmente desencaixado.. outras vezes fica uma pulga atrás da orelha a lembrar.. outras ainda simplesmente não se pensa...
    Nos momentos decisivos hesito.. e isso assusta-me.
    Algo cresce em mim num espaço que não deveria ser seu.. mas como eu disse uma vez:
    "... e se me derem uma ponta de liberdade, hesitarei, porque em mim vive sempre a duvida." ... e às vezes há duvidas que são insustentáveis....
    1/2/2006

    Já diz o velho ditado...

     
    ..."ano novo, vida nova!".
    E assim é! Com um 2006 a entrar em grande, avizinha-se uma redefinição da estrutura desta página, assim como uma limpeza e redefinição dos conteúdos a apresentar. Os albuns de fotografias foram de momento retirados, mas em breve aparecerão "coisas novas".
    Até breve
     
     
     
    A gerencia